Nova regra de estrangeiros: quais do Flamengo naturalizar?

A nova regra de limite de estrangeiros no Brasileirão pegou os torcedores de surpresa. Atualmente, o limite conta, em 2026, com nove estrangeiros por partida. O prazo, entretanto, cairá para cinco em 2030, com diminuição gradativa no decorrer dos próximos anos. Diversos times do futebol brasileiro, como o Flamengo, terão que se reorganizar, justamente por conta do número de jogadores de fora do país. Nesse cenário, o Lance! quer saber: se a regra para os cinco estrangeiros começasse hoje, quais nomes do Flamengo você gostaria que fossem naturalizados? Atualmente, o Flamengo conta com dez estrangeiros no elenco. São eles: Rossi — Argentina; Varela — Uruguai; De la Cruz — Uruguai; Saúl — Espanha; Arrascaeta — Uruguai; Carrascal — Colômbia; Plata — Equador; Erick Pulgar — Chile; Anthony Valencia — Equador; Joaquín Freitas — Argentina. Clubes do Brasileirão das Séries A e B aprovaram, na segunda-feira (21), uma redução gradual do número de atletas estrangeiros nos elencos a partir do próximo ano. Desde 2024, cada agremiação pode relacionar até nove atletas de fora do país para as partidas do campeonato nacional, mas, no próximo ano, esse limite cairá para oito. Haverá redução de um atleta por temporada até 2030, quando será permitido, no máximo, cinco estrangeiros por clube. Além disso, um número mínimo de atletas Sub-23 precisará ser inscrito. 2027: 8 estrangeiros; 2028: 7 estrangeiros; 2029: 6 estrangeiros; 2030: 5 estrangeiros. A diminuição gradual de estrangeiros foi proposta pela CBF em reunião com clubes das Séries A e B. A entidade se baseou em um estudo que apontou uma queda de 40% nos minutos jogados por atletas com menos de 23 anos no Brasil desde que o limite de jogadores nascidos no exterior subiu para nove, há dois anos. O mesmo estudo mostra que a redução não deverá impactar a maioria dos clubes. Este ano, em média, 5,4 estrangeiros foram relacionados para partidas do Brasileirão das Séries A e B, enquanto a média dos que efetivamente entraram em campo está em 4,3 por jogo. Em apenas 29 de 430 partidas (6%), o limite de nove atletas foi atingido. Segundo a CBF, a redução do limite de estrangeiros é uma pauta defendida pelo Movimento de Clubes Formadores, que demonstrou preocupação com o baixo índice de utilização de atletas da base. Nos bastidores, um dos argumentos apresentados é que, nos últimos anos, as equipes têm preferido contratar estrangeiros considerados prontos, mesmo que de qualidade discutível, a dar espaço para jogadores formados no clube e com potencial de crescimento no médio prazo.

